Caneta autoinjetável de adrenalina — Cr éd ito: Reprodução/site oficial do Conselho Federal de Farmácia (4/3/2024) Após a morte de Amanda Na...
Caneta autoinjetável de adrenalina — Crédito: Reprodução/site oficial do Conselho Federal de Farmácia (4/3/2024)
Após a morte de Amanda Nascimento, que estava em lua de mel em Portugal, muitas pessoas passaram a buscar informações sobre alergias alimentares. Especialista explica os sintomas e orienta como agir diante de uma reação grave.
Imunologista e alergista do Hospital Santa Lúcia Sul, Franciane de Paula explica que as reações alérgicas alimentares podem se manifestar de diferentes formas e que sua gravidade não pode ser prevista com segurança. Segundo a médica, uma pessoa que já apresentou sintomas leves pode ter uma reação grave ao entrar novamente em contato com o alimento.
Nos casos mais leves, podem ocorrer coceira na boca, urticária, vermelhidão na pele e inchaço dos lábios, sendo este último o sintoma mais comum. Manifestações gastrointestinais, como dor abdominal e vômitos, também podem surgir.
Os quadros mais graves podem evoluir para anafilaxia, uma reação que compromete diferentes órgãos e sistemas ao mesmo tempo. Entre os possíveis sintomas estão lesões na pele, urticária, dificuldade para respirar, tosse, espirros, queda da pressão arterial, perda de consciência e até parada cardiorrespiratória.
Como proceder
Mesmo pequenas quantidades de um alimento podem ser suficientes para desencadear uma reação. Por isso, a orientação médica é que pessoas com alergia confirmada evitem o alimento responsável. Franciane também destaca a importância de reconhecer os sinais de alerta e saber como agir em uma emergência.
A especialista orienta interromper imediatamente o consumo, avaliar os sintomas e seguir o plano de ação para reações alérgicas. Diante de sinais de uma reação sistêmica, porém, não se deve esperar que o quadro se agrave para procurar ajuda.
Da redação do Portal de Notícias, com informações do CB.

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