Encontro reuniu educadores para discutir enfrentamento à violência nas escolas Por Ícaro Oliveira, Ascom/SEEDF O seminário reuniu professo...
Encontro reuniu educadores para discutir enfrentamento à violência nas escolas
Por Ícaro Oliveira, Ascom/SEEDF
Promovido pela Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin), por meio da Diretoria de Educação em Direitos Humanos e Diversidade (DDHD), o seminário teve como objetivo discutir temas relacionados às violências estruturais, à diversidade de gênero, à migração, às relações étnico-raciais e às práticas inclusivas no ambiente escolar.
Acolhimento e respeito
O encontro abordou a temática sobre “Violências estruturais e letramentos urgentes na educação: questões de gênero e diversidade" | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF.
A secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, enfatizou a importância de promover, desde a primeira infância, uma educação baseada no respeito às diferenças. Segundo ela, a escola tem papel fundamental na construção de uma nova cultura de convivência e respeito.
“Precisamos ensinar às crianças que ser diferente é natural. A escola tem um papel essencial na formação de cidadãos mais humanos, respeitosos e conscientes”, defendeu Iêdes Braga.
A gestora também reiterou a importância dos materiais produzidos pela Diretoria de Educação em Direitos Humanos para fortalecer o debate. “Essas discussões precisam fazer parte do cotidiano das escolas. É importante que os profissionais conheçam esses instrumentos e levem essa pauta para dentro das salas de aula.”
Combate à violência e letramentos urgentes
“Essas violências estão dentro das escolas e precisamos tratar esse assunto com seriedade. É importante que professores, orientadores e toda a equipe escolar saibam o que está acontecendo para acolher esses alunos e ajudar no enfrentamento dessas situações”, afirmou.
Reflexões em sala de aula
O professor Leonardo Café ressaltou que trabalhar questões de gênero na escola é promover reflexões no dia a dia. Segundo ele, atitudes simples ajudam na construção de um ambiente mais respeitoso.
“Falar sobre gênero na escola não é inventar algo novo, mas transformar esses momentos em oportunidades de aprendizado e respeito. A escola precisa criar espaços mais inclusivos, onde diferentes vozes, corpos e experiências sejam reconhecidos”, concluiu.
Da redação do Portal de Notícias com a fonte da Ascom/SEEDF

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