Saudosismo Natal Cruzei...
Saudosismo
Natal Cruzeiro
Clube de formação
Nascimento: Natal de Carvalho Baroni nasceu no dia 24 de novembro de 1945, na cidade de Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais.
Resumo Histórico: Natal começou a jogar futebol em clubes amadores de Belo Horizonte. Foi descoberto por olheiros quando estava jogando pelo Barreiro, sendo encaminhado para testes nas categorias de base do Cruzeiro, onde foi prontamente aprovado e incluído na equipe de juniores. Natal se mostrava um jogador promissor e tinha um perfil adequado para a posição de ponta-direita. Não possuía um porte físico privilegiado, porém era compensado por sua habilidade e se valia de uma incrível velocidade para ultrapassar os seus adversários. Era um rapaz brincalhão e contador de piadas e ficou conhecido entre seus pares pelo apelido de “diabo loiro”. Em 1964, conquistou o seu primeiro título: Campeão Estadual de Juniores. Em 1965, já participando do elenco principal, conquistou o Título de Campeão do Torneio de Aspirantes, uma categoria que tinha no time jogadores jovens e reservas da equipe titular, além de disputar partidas preliminares antes da apresentação do time principal. Em 1964, foi sendo lançado aos poucos na equipe principal para ganhar experiência. Ainda em 1964 conquistou o seu primeiro título, o Campeonato Mineiro de Juniores. Em 1966, ultrapassou a idade de permanência nas equipes de base e foi incluído no elenco principal. Começou a ganhar oportunidades no time titular e aos poucos foi conquistando a titularidade na posição de ponta-direita do Clube de Belo Horizonte. Passou a ser um destaque dentro da equipe do Cruzeiro na campanha vitoriosa da conquista da Taça do Brasil de 1966, quando marcou nos últimos instantes da partida contra o Santos em pleno Estádio do Pacaembu o gol da vitória do Cruzeiro. Além da conquista da Taça do Brasil, Natal conquistou o pentacampeonato referente aos títulos do Campeonato estadual Mineiro de 1965, 1966, 1967,1968 e 1969. Em 1967, a performance apresentada por Natal nas competições estaduais e nacionais garantiu-lhe um lugar na convocação para disputar contra o Uruguai a Copa Rio Branco pela Seleção Brasileira. No Cruzeiro, viveu a melhor fase de sua carreira de futebol, formando um ataque histórico na equipe estrelada que tinha Natal, Tostão, Evaldo, Dirceu Lopes e Hilton Oliveira.
Natal Tostão Evaldo Dirceu Lopes Hilton Oliveira
No início dos anos 1970, Natal se desentendeu com o Flávio Costa, que era o Supervisor do Departamento de Futebol do Cruzeiro, fato que irritou o Dirigente Carmine Furletti que decidiu colocar o passe do jogador a venda. Ainda em 1970, Natal foi contratado pelo Corinthians, que naquela época tinha a mania de contratar ponteiros direitos. Ele chegou ao Parque São Jorge com bastante fama e prestígio. No Corinthians, permaneceu por uma temporada, participando de apenas 10 jogos pelo Alvinegro Paulista: contabilizou 04 vitórias, 04 empates, 02 derrotas e marcou apenas 01 gol. Em 1971, deixou o Corinthians, passou uma temporada no Bahia e retornou ao Cruzeiro. Em 1972, Natal retornou ao Cruzeiro na sua segunda passagem pelo clube baiano e permaneceu por pouco tempo. Em 1973, retornou a “boa terra” para atuar pela terceira vez pelo Bahia, onde era ídolo da torcida. Mais uma vez fez sucesso defendendo a camisa do Tricolor de Aço ao lado de bons jogadores como Douglas Picolé e Peri.
Douglas Picolé Peri
Em 1973, após deixar o Esporte Clube Bahia já em final de carreira, defendeu outros clubes, como o Londrina do Paraná, o América Mineiro de Belo Horizonte – MG, o Valeriodoce da cidade de Itabira - MG, o Democrata de Governador Valadares – MG, O Caldense de Poços de Caldas – MG. Terminou a carreira de jogador de futebol em 1981, no Villa Nova da cidade de Nova Lima, interior do estado de Minas Gerais, aos 35 anos.
Time do Cruzeiro Campeão Brasileiro de 1970 (Taça de Prata)
Após encerrar a carreira de jogador de futebol, Natal de Carvalho Baroni passou a trabalhar nas categorias de base do Cruzeiro Esporte Clube, buscando novos valores para o Clube alviceleste.
Coluna do Vidal
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